Resiliência na TI: Como se Preparar para Catástrofes e Gerenciar Riscos

A recente tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul trouxe à tona não apenas perdas materiais e humanas, mas também reflexões cruciais sobre a resiliência nas operações de TI. Em meio a crises como essa, empresas são desafiadas a manterem não apenas suas estruturas físicas, mas também seus ativos de TI operacionais para garantir a continuidade dos negócios.

Uma das situações reais que ilustram essa importância é o caso de um cliente que, mesmo impossibilitado de acessar seu ambiente físico devido à catástrofe, precisava continuar suas operações financeiras e de negociação. Isso ressalta a necessidade de identificar, avaliar e mitigar os riscos relacionados à infraestrutura tecnológica, garantindo a resiliência do ambiente mesmo diante de crises.

O diretor da Smart, em uma análise detalhada, destaca a importância da gestão de riscos na área de TI, um aspecto muitas vezes negligenciado pelas empresas. “Muito se fala em gestão de riscos nos negócios, mas é essencial considerar a gestão de riscos de TI”, ressalta. Isso envolve identificar, avaliar e mitigar os riscos relacionados à infraestrutura tecnológica, garantindo a resiliência do ambiente mesmo diante de crises.

Backup: A Base da Resiliência

A gestão de riscos deve incluir a implementação de backups robustos e resilientes. “Não adianta ter um backup local apenas. Ele deve ser à prova de situações catastróficas”, alerta Alonso. Nesse contexto, backups off-site, como na nuvem, são fundamentais para garantir a recuperação rápida e eficiente dos dados em caso de desastres físicos.

Alfonso também destaca a importância de fazer testes de restauração de backup para saber se o tempo de restauração está aceitável à necessidade da empresa. “Às vezes a quantidade de dados é tão grande que a restauração pode demorar demais”, complementa. 

Nuvem: Benefícios e Desafios

Embora a nuvem ofereça flexibilidade e escalabilidade, Alonso destaca que ela não é uma solução econômica por si só. “A nuvem não é economia. Ela traz outros benefícios, mas é essencial investir em segurança e backups mesmo na nuvem”, salienta. Ele ressalta a importância de ter backups em outra nuvem ou em locais externos para mitigar riscos de perda de dados.

Colocation: Alternativa Viável

Outra alternativa mencionada por Alonso é o colocation, que consiste em levar os servidores físicos para data centers externos. Essa opção, mais rápida que a restauração de backups, pode ser uma escolha viável dependendo das necessidades e recursos da empresa.

Plano de Recuperação de Desastres

Por fim, Alonso destaca a importância de elaborar e revisar continuamente um plano de recuperação de desastres. “Esse plano deve refletir a realidade da operação e dos serviços utilizados pela empresa”, ressalta. Ele enfatiza a necessidade de simular e testar regularmente o plano para garantir sua eficácia em situações de crise.

Em resumo, a catástrofe no Rio Grande do Sul serve como um lembrete poderoso da importância de estar preparado para enfrentar desafios imprevistos. A Smart Support reitera seu compromisso em oferecer soluções sólidas e resilientes para garantir a segurança e continuidade das operações de seus clientes em todos os momentos.

Se você deseja proteger seus dados e garantir a resiliência de sua empresa, entre em contato com a Smart Support e saiba mais sobre nossos serviços de backup e soluções de TI personalizadas.

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